
Hulk Hogan discutiu seu histórico de abuso de substâncias em um episódio da série documental sobre sua carreira, disponibilizada pela Netflix na última quarta-feira (22).
No quarto episódio de Hulk Hogan: Real American, o ex-lutador revelou que fazia uso intensivo de fentanil enquanto tentava voltar para o mundo da luta livre em 2009, logo após se divorciar de sua ex-mulher, Linda Hogan.
Para competir e cumprir suas obrigações contratuais com a Total Nonstop Action Wrestling (TNA), o segundo maior grupo de entretenimento de luta livre depois da WWE, Hulk estava “tomando 80 miligramas de fentanil, dois pela manhã, colocando-as sob minhas gengivas”.
Hulk alegou que um farmacêutico ficou incrédulo que ele ainda estava vivo, considerando a quantidade de pílulas que estava tomando. “Eu tinha dois adesivos de fentanil de 300mg nas minhas pernas e eles me deram seis pirulitos de fentanil de 1500mg para comer. Eu fui à farmácia, ele diz: ‘Você deveria estar morto. Nunca vimos um ser humano tomar tanto fentanil’.”
O ex-lutador também revelou por que decidiu voltar aos ringues aos 56 anos. Ele explicou que tinha atingido “o fundo do poço” depois de dar a Linda “70%” de seus ativos totais em seu divórcio. “Eu dei a ela tudo para me livrar dela”, disse ele, admitindo que a separação dolorosa o deixou “quebrado”.
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No documentário, o ex-executivo de luta livre Eric Bischoff disse que foi ele quem arranjou um acordo para o Hulk se apresentar na TNA. “Hulk estava relutante em ir, mas ele precisava do dinheiro”, explicou Bischoff.
“Sua esposa está se divorciando de você, seus médicos estão lhe dando punhados de pílulas que matariam um cavalo, e você está perseguindo-o com um litro de vodka por dia”, acrescentou ele.
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